domingo, 9 de novembro de 2008

FOTOS DA PALESTRA SOBRE "EDUCAÇÃO ESPECIAL"

Semana Temática do Magistério
Aluna: Mislete Gomes Firmiano
3ª série: 01 Magistério
Tema: Educação Especial
Palestrante: Sulane Pizzollo Stüpp

No dia da palestra sobre Educação Especial foram abordados vários assuntos como:

  • a inclusão das crianças especiais;
  • tipos de deficiências:
  • DV (deficiência visual);
  • DF (deficiência física);
  • DA (deficiência auditiva);
  • PC (paralisado cerebral);
  • DM (deficiência mental) ou DI (deficiência intelectual).

Foi colocado também que essas pessoas (crianças) especiais têm direito a tirar seus documentos como: CPF, título, identidade, carteira de trabalho, mas a maioria dessas pessoas não sabe ler ou escrever.

A questão da quantidade de alunos e professores nas salas de aula da APAE, há mais alunos e poucos funcionários, pois a maioria dos alunos necessita de cuidados como: levar ao banheiro, trocar fraldas, dar banho.

Abordou também a questão da necessidade de ajudar e dar doações para essas instituições: APAEs.

Para incluir uma criança com deficiência especial numa escola normal é preciso algumas adaptações de carteiras, cadeiras, etc. Não é só inseri-la no meio de outras crianças, precisa ser feito todo um trabalho para que essa criança tenha um desenvolvimento em vários aspectos: social, cognitivo, afetivo, entre outros.

Uma criança com deficiência mental é mais difícil adaptar-se a uma escola normal, porque o intelectual dela está defasado. A avaliação das crianças especiais deve ser feita através do processo descritivo e não numérico, através da interação, crescimento e desenvolvimento.

Foi exposta também a questão dos direitos a respeito à aposentadoria, pois há pessoas especiais que têm condições de ir para o mercado de trabalho, conquistar seu lugar e ter seu próprio dinheiro, mas, às vezes, a própria família acaba aposentando essas pessoas e se acomodam. Mas há algumas pessoas que realmente necessitam dessa aposentadoria, pessoas que usam fraldas, sonda, remédios caros e alimentos especiais.

A partir do século XX estabeleceu uma definição para deficiência mental e essa definição diz respeito ao funcionamento intelectual. Trabalha-se nas áreas afetadas e não nas áreas que são normais, o deficiente mental é diferente do doente mental.

A palestra também tratou sobre a síndrome de Down, essas pessoas têm condições de serem inseridas nas escolas, no trabalho, meio social. Mostrou como a família recebe a notícia de que nasceu uma criança com necessidades especiais, a maioria no começo não aceita, mas acaba percebendo que são crianças completamente especiais e que mostram grandes lições de vida.

E para encerrar a palestra, um vídeo muito interessante foi apresentado, nele havia depoimentos de familiares, crianças e adultos especiais, onde nos mostrou famílias muito unidas e felizes.

(Mislete Gomes Firmiano)



Semana Temática do Magistério
Aluna: Eliana de Almeida Figueiredo
3ª série: 01 Magistério
Tema: Educação Especial
Palestrante: Sulane Pizzollo Stüpp

Todo casal quando fazem um plano de ter um bebê esperam uma criança “perfeita”. Mas quando acontece o nascimento e eles percebem que tiveram um filho especial, muitos demoram aceitar está criança, alguns chegam até a se separar. Para outros a chegada de um bebê especial, une mais ainda o casal, juntos unidos essa criança vai crescer com amor, carinho e cuidados especiais que ela precisa.

Em nosso curso, podemos ouvir e ver alguns depoimentos de pais, foi emocionante quando um dos pais disse que se sua filha não fosse especial, ele não teria crescido e aprendido tanto como pessoa, não sabia que uma criança com síndrome de Down era tão inteligente, esperta e carinhosa. Esse pai surpreendeu-se quando conheceu outras crianças portadoras de outras deficiências, quantas coisas elas sabiam e eram capazes de fazer outras pessoas felizes, mesmo com suas limitações.

Existem vários tipos de deficiências: síndromes, mentais, motora, visual, cerebral e outras. Essas pessoas quando são bem tratadas desenvolvem seus talentos, suas habilidades, com a ajuda das APAEs, das famílias, e na escola especial recebem todo o tratamento, com psicólogos, fonoaudiólogos, tratamento dentário, médicos, elas passam por vários etapas de desenvolvimento.

Na APAE de Tubarão, as crianças são preparadas para o mercado de trabalho, mas hoje as dificuldades são muitas, por mais que seja um assunto tão esclarecido, as crianças e adultos especiais sofrem com o preconceito da sociedade, são discriminados com muita frequência em seu dia-a-dia, inclusive nas escolas. Como profissionais hoje, muitos deles só estão empregados e tendo uma vida profissional ativa, por causa de uma lei que obriga contratar funcionários com deficiência nas empresas. Dentro da escola, eles também desenvolvem trabalhos maravilhosos como: tapetes no tear, pinturas, costuras, teatros, danças, balé e hortas maravilhosas.

Ainda existe muito que fazer por essas crianças, mas o trabalho das APAEs está crescendo cada ano que passa, essas professoras, diretores, em geral, são muito competentes, pois estão sempre em busca de ajuda perante os empresários das cidades onde elas residem.

O trabalho com essas crianças é árduo, mas ao mesmo tempo gratificante, elas necessitam de muitos cuidados e esforço físico dos professores e dos que a cercam. Quando você vê um dos seus alunos recebendo uma medalha, aplausos, competindo de igual para igual, fazendo balé, teatro e divulgando seus talentos, isso nos move a cada vez mais a trabalhar por uma sociedade mais justa em relação ao amor ao próximo e entender suas dificuldades e problemas, só assim teremos um futuro melhor com menos preconceitos.

(Eliana de Almeida Figueiredo)


















































2 comentários:

Daiane Nazario dos Santos disse...

O tema abordado pela professora Sulane, na noite de 28/11/2008, foi de grande interesse de todo grupo, pois quem estava nos transmitindo a mensagem é alguém que realmente acredita no que estava falando, pois ela não é uma professora que simplesmente pesquisou sobre o assunto, pelo contrário, convive diariamente, há muitos anos, com essa realidade, e por isso, soube conduzir a palestra de forma real sem fantasiar situações que não existem, apenas relatou o que realmente ela presencia.

Acredito que quando nos deparamos com tanta informação, podemos perceber que temos muito para aprender sobre Educação Especial, ainda somos muito ignorantes nesse assunto. O Brasil possui um grande número de portadores de deficiência, cada qual com necessidades especiais, que infelizmente a maioria não tem uma boa educação ou um tratamento eficaz pela situação financeira e até mesmo pela falta de ajuda dos governantes, esses falam muito sobre a inclusão social e escolar, mas esquecem que para se fazer realidade é preciso mudar muitas coisas em nosso país.

A sociedade em que vivemos ainda não está preparada (talvez nunca esteja), para receber um filho ou um neto, enfim alguém em nossa família com alguma deficiência, por menor que possa ser, causa certo medo e traz junto o preconceito, pois somos educados para esperarmos crianças “normais”, mas como a professora nos questionou: “Será que existe um padrão de normalidade?” Não, eu acredito que não, mas é difícil conscientizar a população não só do Brasil e da nossa cidade, mas sim o mundo inteiro.

A partir dessa noite, comecei a olhar a educação especial com outros olhos, me dei conta de que o educador que escolhe trabalhar nessa área, acima de tudo, tem que gostar do que faz e fazer com amor, pode ser difícil mais sem deixar o sentimento de “pena” tomar conta da situação. Pois apesar de todas as necessidades que um portador de deficiência pode ter, ele sempre terá capacidade de aprender algo, talvez não desenvolva a leitura e nem a escrita, mas com o estímulo da família e do professor, em alguma outra área o aluno desenvolverá, e o professor tem essa missão de acreditar no seu aluno e apostar nele, não importa a situação, pois educar não é apenas conteúdo no caderno e notas excelentes, educar é ensinar, mas também aprender com os alunos, troca de conhecimentos que levamos para o resto da vida, tanto quando aluno, quanto quando somos um professor.

Renata Cardoso Vigarani disse...

Educação Especial

A palestrante Sulane trouxe material informativo para apresentar-nos, foi com um desses materiais em power point que assistimos a imagens de alguns alunos da APAE em suas atividades na escola, podemos observar que quanto mais cedo eles recebem assistência, mais rápido integram-se com a família, escola e sociedade.

Ela citou-nos alguns casos que são mais comuns em seu ambiente de trabalho, como síndrome de Down, retardo mental e outros. Contou também que pessoas com Down, dependendo do grau, são aptas para o trabalho, porém a maioria não trabalha, porque as famílias preferem aposentá-las. Eles também têm a sexualidade ativa como uma pessoa "normal".

Em um vídeo, assistimos a depoimentos de casais contando como receberam a notícia de ter filhos Down e cada um reagiu diferente. As reações variavam de indiferença, ignorar a doença e até mesmo a criança, outros encararam com otimismo a chegada de uma criança especial.